POLÍTICA

Nini Satar fala do Tseke : “… Alucinações de um Governo desnorteado?”

O governo moçambicano surpreendeu o povo no início da semana finda, após aconselha-los a se dedicar no cultivo da Bhoa/Tseke para combater a crise.

As declarações do Governo não agradaram o povo moçambicano, que acabou lançando várias farpas ao executivo moçambicano.

Quem também ficou surpreso com os pronunciamentos do Governo, foi o empresário moçambicano Nini Satar.

O jovem empresário fez a questão de dar o seu parecer sobre o assunto na sua conta pessoal da maior Rede social do mundo.

“Tseke ou alucinações de um Governo desnorteado?

E esta agora? Mas não é de espantar. Os que são atentos, de certeza, não se esqueceram das palavras de Luísa Diogo quase nos finais do ano passado: “2017 vai ser o pior ano para os moçambicanos”. Pois está. O Governo anda baralhado que até se demitiu das suas funções. Agora é dietista do povo.

Pelo que vejo, quando o Governo se reúne é para discutir a dieta dos moçambicanos. Primeiro foi aquele senhor Ragendra de Sousa que falou do consumo da batata-doce, como alternativa ao pão, já que este parece ter dias contados às mesas de muitos moçambicanos: vai ser caro! E a batata-doce sugerida é mais cara que o pão. Salve-se quem puder. Agora é todo o Governo que usou a boca de Mouzinho Saíde para nos dizer para passarmos a comer Tseke. Eheheheheh…quo vadis Moçambique?

Ou eu sou ignorante ou há qualquer coisa fora dos carris. Hoje em dia é preciso ser-se governante para se descobrir que Tseke ou batata-doce é comida? Estes senhores que andam a dizer isso, precisaram, primeiro, de abraçar o Governo da Frelimo, para, de boca cheia, dizer para que os outros passem a comer Tseke?

Tseke…tu eras uma planta desprezível, agora viraste tábua de salvação de um Governo incompetente. Pensava eu, na minha inocência, que uma das atribuições do Governo fosse criar condições políticas, económicas e sociais para se poder produzir bens alimentares. O Governo da Frelimo dá receitas e sugere refeições. Tseke!!!!

Chorámos muito no ano passado por causa da crise, afinal 2016 era a antecâmara do que nos esperava em 2017. E ainda estamos no início do ano, mas já nos sugeriram batata-doce e Tseke. Lá para os meados do ano talvez a sugestão será cacana, madhledhlele e outros.

Não temos água e nem combustíveis. Tudo o que o Governo ensaia fazer é mais um paliativo, mas a ferida já está a gangrenar. Vai dar certo?

Será que esses governantes não sabia antes de se juntarem ao poder que, por exemplo, batata-doce e Tseke são comida? Deve ser aula da Comissão Política. Estuda-se Tseke. Até me estou a rir, mas não de contente, rio-me da minha própria desgraça, afinal não sou moçambicano?

Hoje vou procurar Tseke aqui na europa ver se encontro.peço ao Conselho de Ministros para me dar a receita de como preparar à moda frelimista!!!”, escreveu Nini Satar.

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1 Comentário

  1. getur manuel evaristo disse:

    Camarada nini ja pensaste em entrar para politica? S n…. Devias acredito k faras diferença e mostraras aos frelimistas k algo n esta bom…
    sabias palavras

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