POLÍTICA

“Nós atacamos para nos defender, não é porque queremos a guerra” diz a Renamo

A tensão política e militar que vem assolando moçambique desde a divulgação dos resultados das últimas eleições Gerais, onde Filipe Jacinto Nyusi e o partido Frelimo foram os grandes vencedores, continua a ceifar vidas de pessoas inocentes na nossa pérola do “Atum”.

Durante o dia da celebração do vigésimo quarto aniversário do acordo Geral de Paz na capital moçambicana,  alguns membros e simpatizantes do partido comandado por Afonso Dhlakama, avançaram que só haverá paz quando a Frelimo parar de atacar e ceder as exigências da Renamo nas conversações que estão em curso e que o seu líder nunca quis a guerra.

renamo.

“Nós atacamos para nos defender, não é porque queremos a guerra. Queremos paz, hoje é dia de colhermos aquilo que plantamos em 1992, em Roma. Então devemos reflectir sobre a situação actual e chegarmos a um consenso menos egoísta e que também nos favoreça”, disse Rebeca Matana, Presidente da Liga Feminina ao nível da capital moçambicana, Cidade de Maputo, citada pelo O PAÍS.

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