POLÍTICA

Presidente do Município de Lichinga condenado a 18 meses de prisão

O tribunal judicial da cidade de Lichinga provou que o Edil da cidade de Lichinga autorizou a instalação de três lanchonetes na autarquia em troca de 150.000,00 MT. Um acto que viola as normas e procedimentos de atribuição de licenças para o exercício de actividades económicas e, que lesou a autarquia em 15 mil meticais. O ato teve a colaboração de dois funcionários do conselho municipal da cidade de Lichinga.

Perante esta situação, o tribunal condenou o presidente do Município de Lichinga a pena de 18 meses de prisão e, outros dois co-réus foram condenados a 9 meses de prisão respectivamente, convertidas em multa.

Após a divulgação da sentença, o advogado do edil da cidade de Lichinga não ficou satisfeito com a sentença.

“Existem pessoas que esperavam que os Réus fossem condenados, esses devem estar satisfeitos, existem pessoas que esperavam que fossem absolvidos, esses devem estar de certa forma desapontados pela decisão do tribunal, por que aquilo que se discutiu em sede de discussão de julgamento e aquilo que ficou provado não refletiu na sentença”, disse o advogado da defesa dos Réus.

Importa referir que o juiz da causa frisou que a pena aplicada ao edil de Lichinga e aos outros co-réus é correcional. Segundo o juiz, a pena aplicada ao presidente do Município de Lichinga não da direito a realização de eleições intercalares na cidade de Lichinga.

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