POLÍTICA

Filipe Nyusi disse que pretende manter legado de Dom Jaime Gonçalves

O chefe do estado moçambicano, Filipe Jacinto Nyusi, começou por tecer rasgados elogios nas cerimónias fúnebres do arcebispo da cidade da Beira, Dom Jaime. Durante o seu discurso, o Presidente da República disse que em vida o arcebispo despertou a consciência coletiva dos moçambicanos para a necessidade de construir uma sociedade de igualidade.

“Na divulgação da fé e da esperança, na missão que abraçaste, interagiste com a sociedade despertando a consciência coletiva dos moçambicanos para a necessidade de construirmos uma sociedade de igualdade, justiça, harmonia social, paz e reconciliação. Queremos ser continuadores da tua obra e manter vivo o teu legado”, disse Filipe Nyusi citado pela Lusa.

Dirigindo-se ao “sagrado bispo” e “querido D. Jaime”, o chefe de Estado invocou a “inteligência e personalidade, frontalidade, influencia, perspicácia e paciência” do líder religioso e afirmou que, apesar das suas origens em Sofala, a sua morte era chorada em todas as províncias do país.

“A unidade dos moçambicanos reclama a tua morte como obra de reconciliação e a esperança de paz que sempre procuraste”, acrescentou Nyusi.

 

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