POLÍTICA

Refugiados moçambicanos no Malauí acusam as FDS de assassinato e tortura

Refugiados moçambicanos no vizinho Malauí contrariam o governador da província de Tete, Paulo Awade. Os mesmos avançaram que abandonaram a nossa perolado índico devido aos conflitos militares e aos maus tratos que sofriam das Forças de Defesa e Segurança.

Um dos refugiados identificado por João, no campo de concentração de Kapise, em Malauí, em contacto com a STV, disse que largou a sua machamba, os seus animais e a sua casa devido aos conflitos entre os homens armados da Renamo e as FDS.

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“Saí de Moçambique por causa da guerra, quando a FRELIMO encontra pessoas em suas casas, perguntam se conhecem onde é que fica os homens armados da Renamo e, se a resposta for negativa eles começam a espanca-las”, disse João.

Outro entrevistado que não quis se identificar disse: “Não há necessidade de ficar nas nossas casas por que as queimaram, queimaram nossos celeiros, queimaram nossas machambas, queimaram todos bens, como é que uma pessoa pode viver?”, questionou.  “Queimaram toda comida, queimaram toda roupa, assim não temos nada”, disse indignado.

“Pegavam nas pessoas, amarravam as pernas e as mãos, colocavam dentro de casa e queimavam a casa com as pessoas vivas dentro dela”, acrescentou revoltado.

Quando questionado se havia presenciado a cena, o entrevistado disse: “Somos nós que fomos enterrar essas pessoas”, sentenciou.

Um outro entrevistado disse: “Cerca de 20 pessoas viram suas casas sendo queimadas, juntamente com celeiros de milho. Alguns tinham bancas, mas acabaram sendo queimadas juntamente com os seus produtos”, disse indignado.

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2 Comentários

  1. jaks disse:

    averdade é uma afrelimo sta negar esse povo. dhlakama sta trazar

  2. Carmo Dias disse:

    isso é a prova d q as nossas FDS n estam preparads pa lidar com o povo. precisa-se ensinar muito mais d q lutr contra o inimigo, mais sim identificar o inimigo.

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