SOCIEDADE

Renamo acusa a polícia de ter confundido funeral com manifestação

O maior partido da oposição em Moçambique, acusou as autoridades de terem  confundindo um cortejo fúnebre com uma suposta manifestação.

“Por algum motivo, a polícia pensou que estávamos a organizar uma manifestação e cercou a nossa sede”, disse o porta-voz e deputado da Renamo , António Muchanga, citado pela Lusa.

Durante o ‘briefing’ semanal da Polícia da República de Moçambique (PRM), quando questionado pelos jornalistas, Orlando Modumana, porta-voz da polícia ao nível da cidade de Maputo, disse que não tinha ainda informações sobre a operação, acrescentando, no entanto, que todas as operações levadas a cabo pela corporação visam “garantir a ordem e segurança dos cidadãos”.

De acordo com o porta-voz da Renamo, a ordem para a operação policial veio da Presidência da República e está inserida no quadro de um suposto plano de perseguição aos membros do seu partido.

“Isto é uma vergonha”, acrescentou Antónia Muchanga, acusando o Presidente da República, Filipe Nyusi, de ter dado a ordem ao Comandante Geral, Jorge Khalau, para prosseguir com a operação.

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