POLÍTICA

“Ninguém é obrigado a ser guarnecido por pessoas que não confia” diz Muchanga

Depois do cerco a residência do líder da “perdiz”, havido no bairro das Palmeiras 1, na cidade da Beira, centro do país, protagonizado pelas Forças governamentais a Renamo diz não confiar mais no governo.

O Porta-voz e deputado do maior partido da oposição em Moçambique, RENAMO, António Muchanga, disse ontem em conferência de imprensa, que o seu partido não confia na Polícia da República de Moçambique (PRM) e quer a criação de uma força de altas individualidades constituída por seus homens.

“Achamos que é tempo de seguirmos em frente dando prioridade a criação urgente de uma unidade de protecção de Altas Individualidades constituída por elementos da PRM e Forças de segurança da RENAMO porque nós não confiamos na PRM e ninguém deve ser obrigado a ser guarnecido exclusivamente por pessoas que não são da sua confiança”, disse António Muchanga.

os comandados por Afonso Dhlakama, querem ver a questão da segurança de Altos Dirigentes seja a prioridade, enquanto procuram-se pontos de agenda convergentes para o encontro ao mais alto nível entre o líder da RENAMO e o Presidente da República, Filipe Nyusi, de modo a resolver vários problemas políticos que o país enfrenta.

Contudo, Muchanga afirmou que a presença das Forças de Segurança da RENAMO, é legal, porque resulta do incumprimento do Acordo Geral de Paz (AGP) assinado a 04 de Outubro de 1992, na capital italiana, Roma.

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