POLÍTICA

4 militares da Renamo abandonam a “perdiz” e filiam-se ao governo

Mais 4 homens da Renamo acabam de se entregar as autoridades na cidade de Maputo, para a sua reintegração nas Forças de Defesa e Segurança de Moçambique, dentre o grupo apresentado na passada segunda-feira a imprensa, trata-se de um Major, dois capitães e um Tenente, proveniente das bases da Renamo nas províncias de Sofala e Tete.

Os militares da Renamo dizem que abandonaram as matas por vontade própria e, mostraram-se impressionados pelas condições criada para a sua reintegração no exército nacional.

Júlio João dos Santos diz ter abandonado as matas a duas Semanas, no distrito de Moatize em Tete. Ele e outros quatro homens dizem estarem cansados das falsas promessas de Afonso Dhlakama.

“Não há necessidade de continuarmos nas matas, enquanto que o acordo diz para que a gente seja reintegrado.

Por que é que eu não sou reintegrado? o que é que impede? Eu não sou político, sou militar, então por que é que não vou nas Forças de Defesa e Segurança como militar? Com isso abandonei as matas e vim para cá, onde fui muito bem recebido”, disse João dos Santos.

Augusto Razão outro membro da Renamo, disse que ostentou a patente de tenente na base de Monge em Tete.

“Sai da Renamo devido as atitudes daquele partido, nos parecíamos sombrinhas que serviam para guarnecer a Renamo até vencerem as eleições.

Os deputados da Renamo ganham um bom dinheiro, mas nós continuamos na miséria” disse Augusto Razão.

“Nós queremos estar em paz, assim como ele está. Por exemplo, os seus filhos estão a estudar, nós também queremos isso. Ele nos priva e, os nossos filhos não conseguem estudar.

Espero trabalhar nas Forças de Defesa e Segurança pela primeira vez e, deixo a Renamo livremente e, estou feliz por isso”, disse Manuel Gimo.

“Nós saímos daquela vida por que as promessas são vastas e sem nenhuma vantagem, com isso decidimos vir nos reintegrar nas Forças de Defesa e Segurança, nunca vamos pensar em voltar na Renamo.

Convido os meus colegas de Maringué a tomar a mesma decisão, larguem essa vida, aqui estamos a viver bem”, disse António Fombe.

Para enviar seu comentário, preencha os campos abaixo:

Deixe uma resposta

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.

Seja o primeiro a comentar!

Por gentileza, se deseja alterar o arquivo do rodapé,
entre em contato com o suporte.
%d blogueiros gostam disto: