POLÍTICA

Renamo avança que perdeu apenas 7 homens em Gondola

O maior partido da oposição em Moçambique, afirmou na tarde do Sábado, que perdeu sete elementos em incidente com comitiva de Dhlakama no centro de Moçambique, havido na passada sexta-feira, no Distrito de Gondola, Província de Manica, centro do país.

“Estou a confirmar que o presidente de Dhlakama mais uma vez caiu numa emboscada na sexta-feira (25), que resultou na morte de sete elementos da Renamo, quatro civis e três militares”, disse o porta-voz da Renamo citado pela Lusa.

António Muchanga frisou que o líder da “perdiz” se mantém na província de Manica, embora se tenha recusado a informar o local concreto.

Antonio Muchanga, Porta-voz da Renamo

“Queremos dizer ao povo moçambicano que o presidente Dhlakama saiu são e livre, está em bom estado de saúde, moralmente preocupado com o caminho que nossos detratores escolheram para que fosse seguido no país”, acrescentou Muchanga.

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O porta-voz da Renamo disse ainda que a prioridade do partido é retirar os corpos das suas vítimas e dar-lhes um funeral condigno e que Dhlakama vai continuar a lutar pela democracia em Moçambique.

“A luta pela democracia continuará, o presidente Dhlakama persistirá e resistirá a todas as tentativas de destruir a democracia no país”, referiu.

Dhhlakama permaneceu no local até às 18:00 locais de sexta-feira, afirmou António Muchanga, que referiu baixas entre dezenas dos atacantes e que “maioritariamente não traziam uniformes, estavam vestidos à civil, mas tinham coletes [à prova] de balas” e deixaram no terreno armas ligeiras e uma bazuca.

Numa outra abordagem, o porta-voz da Renamo afastou a autoria de disparos contra o “chapa”, salientando que “não é prática da Renamo atacar civis”.

“É uma mentira. Mesmo que tivesse acontecido, quantas pessoas a polícia tem baleado aqui. E quantas vezes fomos matar a polícia que baleou?”, sentenciou António Muchanga.

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